sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Médicos pedem fim de exame de sangue para câncer de próstata

Um dos métodos mais usados para a detecção do câncer de próstata, o PSA (antígeno prostático específico, na sigla em inglês), não deve mais ser usado em homens saudáveis.

A recomendação é do US Preventive Services Task Force, grupo cientistas e pesquisadores influentes ligado ao governo americano, e foi baseada em cinco testes clínicos bem controlados.
"O teste não consegue mostrar a diferença entre tumores que irão ou não afetar um homem durante sua vida. Nós precisamos encontrar um que o faça", disse Virginia Moyer, da Baylor College e líder do grupo.
O PSA detecta a elevação de uma proteína produzida pela próstata e é um indicativo de câncer. O método, porém, é criticado por dar falsos-positivos.
Uma dosagem alta de PSA, no entanto, também pode ser sinal de uma infecção ou crescimento benigno exagerado da próstata.
Com a sua popularização, as consequências devastadoras das biópsias e dos tratamentos que geralmente lhe são subsequentes começaram a aparecer.
De 1986 a 2005, 1 milhão de homens foram tratados com cirurgia, radioterapia (ou ambos), o que não aconteceria sem o PSA.
Entre eles, dizem os pesquisadores, pelo menos 5.000 morreram logo após a cirurgia e entre 10 mil e 70 mil outros sofreram complicações sérias.
Pelo menos a metade apresentou frequentemente sangue no sêmen, além de muitos terem incontinência urinária ou impotência.
"Nós estamos desapontados. A questão é que esse melhor teste que nós temos, e a resposta não pode ser simplesmente 'não faça o exame'", diz Thomas Kirk, líder do Us Too, um dos maiores grupos de apoio à doença.
Para os pesquisadores, não saber o que está acontecendo na próstata pode ser o melhor caminho.
Estudos em autópsias indicaram que um terço dos homens entre 40 e 60 anos têm a doença. Uma proporção que sobe para três quartos na faixa acima de 85.
A recomendação é válida apenas para homens saudáveis e sem sintomas. Os pesquisadores se pronunciaram se o teste é apropriado para homens que têm sintomas suspeitos da doença ou que já foram tratados contra ela.
Fonte: Folha Equilíbrio e Saúde.



domingo, 18 de setembro de 2011

Estudo mostra que o bom sono evita problemas de hipertensão


Segundo pesquisadores do InCor, a condição mais frequentemente associada aos hipertensos é a apneia, um distúrbio que suspende a respiração enquanto a pessoa dorme.


Ao estudar as causas da hipertensão resistente, que não cede com o uso de medicamentos, um grupo de pesquisadores constatou que a condição mais frequentemente associada ao problema é a apneia do sono - distúrbio caracterizado pela suspensão da respiração enquanto o paciente dorme.
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O paciente com apneia dorme mal, ronca, tem prejuízos na memória e sonolência diurna, por isso precisa do tratamento. Mas a principal mensagem do estudo, de acordo com o cientista, é que, além da melhora de qualidade de vida ocasionada pela redução dos sintomas da apneia, o tratamento com CPAP pode, em tese, prevenir a ocorrência de hipertensão.


CPAP -  sigla em inglês para "pressão positiva contínua nas vias aéreas" -, tratamento padrão para a apneia do sono, pode ser eficiente como terapia auxiliar, no caso dos pacientes com hipertensão resistente.


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Fonte: Estadão

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Novo tratamento para câncer colorretal.

SÃO PAULO - Pacientes com câncer colorretal em estágio avançado contam com um novo tratamento no Brasil. A nova terapia, panitumumabe, é a primeira feita com anticorpos monoclonais de material 100% humano. Os anticorpos monoclonais são proteínas sintéticas criadas com o propósito de atingir células tumorais específicas. Neste novo tratamento, eles são produzidos por ratos transgênicos, que foram alterados para criar anticorpos próprios para humanos. Estes anticorpos 100% humanos agem sobre o receptor de fator de crescimento epidérmico, de sigla EGFR, em inglês, uma proteína ligada ao desenvolvimento do câncer

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/

USP testa técnica contra diabetes 1 sem uso de injeção de insulina


Pesquisadores da USP estão testando uma nova estratégia para livrar os portadores de diabetes tipo 1 das injeções diárias de insulina.
O objetivo da técnica é aumentar a segurança e a eficácia do transplante de ilhotas de Langerhans, conglomerado de células do pâncreas responsável pela produção de insulina.
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Fonte: Folha Online

terça-feira, 21 de junho de 2011

Aprovação de novos domínios é marco na história da web,

O anúncio feito nesta segunda-feira, 20, pela Icann, empresa que controla a concessão de nomes de domínio na web, que começará a aceitar pedidos para novos de domínios – que vão além de .com, .net e outras terminações de endereços – deve dar início a uma nova corrida do ouro na internet. Para especialistas, a expansão de nomes de domínio irá gerar grandes disputas entre as marcas, já que permitirá que os domínios possam terminar com o nome de empresas. A Coca-Cola, por exemplo, poderá comprar o domínio .cocacola ou o Google pode querer adquirir .google. Cidades e organizações também poderão registrar seus próprios domínios genéricos. Continue lendo(clique)



Fonte: TI INSIDE

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Aparelhos em stand by podem aumentar conta de luz em pelo menos 15%

Eletricidade gasta com equipamentos eletrônicos plugados na tomada representa 15% do valor da conta de luz que uma família de classe média costuma desembolsar por mês


Apesar de invisível e silenciosa, faz estrago no seu bolso. A vilã da vez atende pelos nomes de energia fantasma ou energia vampira. É a eletricidade consumida pelos equipamentos eletrônicos no modo stand by. Ao menos R$ 20 você paga todo mês na conta de luz para manter vários aparelhos, que não estão em uso, ligados desnecessariamente na tomada.

Engana-se quem pensa que um eletrônico em stand by está desligado. Na realidade, ele está em repouso, à espera de um comando para voltar a funcionar. É bom saber, portanto, que todo equipamento com controle remoto, mostrador digital ou teclado de toque gasta sim, energia elétrica, pelo simples fato de estar plugado a uma tomada. Não importa se é televisão, micro-ondas, fax, rádio-relógio, computador, DVD ou videogame. Se aquela luzinha estiver acesa, é sinal de que há consumo desnecessário. Leia mais (clique)
Fonte: Jornal Estado de Minas.
Leia ainda na mesma página:
Desperdício de energia pode custar R$ 300 a mais no ano (clique)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

YouTube cria função para tirar seu logo de vídeos

O YouTube anunciou recentemente duas pequenas novidades. A primeira é bem útil para os usuários que desejam embutir seus vídeos em algum lugar - seu blog, por exemplo - sem que apareça aquele logo do YouTube no canto inferior direito da imagem.

Para fazer o logo sumir, basta adicionar um código no fim do endereço do vídeo no comando de incorporar (embed) fornecido pelo site. O código extra é ?modestbranding=1
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/. 

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Teste de urina pode ser a chave para diagnosticar alguns tipos de câncer no estágio inicial

RIO - Câncer de intestino, estômago e pâncreas podem ser detectados muito mais cedo com um simples teste de urina, sugere uma pesquisa da Universidade de Edimburgo, na Escócia. Cientistas identificaram proteínas chave na urina de pacientes com estágios avançados da doença. A descoberta poderia ajudar a detectar esse tipo de câncer em pessoas que ainda não começaram a mostrar os sintomas, o que poderia aumentar as taxas de sobrevivência.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/. (clique!)

sábado, 4 de junho de 2011

CÉLULAS ESTAMINAIS

As células estaminais são as células mestras do corpo humano. Elas podem dividir-se para produzir cópias de si mesmo e muitos outros tipos de célula. Elas são encontrados em várias partes do corpo humano em cada fase do desenvolvimento do embrião a adulto. As células estaminais retiradas de embriões com poucos dias de idade, podem se transformar em qualquer um dos 300 tipos diferentes de células que compõem o corpo do adulto.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

Como construir uma cidade digital

“A compreensão de que uma verdadeira cidade digital se constrói na rede e pelas pessoas exige um processo consistente de mobilização social e inclusão digital que seja elaborado em rede, a partir da inteligência coletiva e das boas soluções locais"
Esta peça foi escrita por Ricardo Poppi e Henrique Parra – incluindo grandes pitacos do amigo Lincoln de Souza – entre conversas, cafés e etherpads, passando por Brasília, Curitiba, Jundiaí e pela rede. 

Como já foi dito no primeiro artigo(acesse o texto diretamente no site do Congresso em Foco) nosso palpite cheio de convicção é de que uma cidade digital tem acesso gratuito, universal e com processos burocráticos simplificados. É uma cidade que utiliza padrões abertos e grandes ontologias, na qual a informação é vista como commons, estimulando o hackerismo como forma de inovação e controle social. 

Lugar onde o cidadão não organizado resgata sua capacidade de influenciar a tomada de decisões e a construção das políticas públicas é feita em processos de inovação aberta. Os sistemas que dão suporte às atividades de governo são desenvolvidos porhackers, incluindo os locais, numa perspectiva de contribuir para o commons da cidade e participar, com código, na definição do ambiente de e-Gov.
Assim, a construção de Cidades Digitais passa, necessariamente, por cinco dimensões:
1- Infraestrutura de conexão/ Universalização do acesso: Internet rápida e espalhada por toda a cidade permite que os cidadãos possam usar os espaços públicos para atividades de cultura digital como hackdays, hackparties, que utilizem seus dispositivos móveis e possam colocar na rede os seus eventos e iniciativas, ganhando dimensão exponencial;
2- Serviços públicos 100% online (Governo Eletrônico): A simplificação dos serviços públicos para ofertá-los no ambiente online constitui uma boa utilização do ambiente digital. Deve-se evitar apenas a digitalização dos fluxos inadequados: uma boa cidade digital muda seus processos e usa tecnologia para agilizar e eliminar etapas desnecessárias;
3- Dados Governamentais Abertos: Os governos são os maiores produtores de informação, e grande parte desses dados são públicos. Organizar essa informação desde a coleta e publicar em formatos abertos, estruturados com regras claras e disponíveis na web, permite que cidadãos se engajem no processo, construindo um ambiente de cooperação na gestão pública. Essa é uma nova forma de participação e de relação entre governo e sociedade.
4- Formulação colaborativa de políticas públicas: Ferramentas para registro de problemas, demandas e construção de comunidades de colaboração em torno de questões públicas resgatam a capacidade de o cidadão comum influenciar decisões e políticas públicas. Tais espaços possibilitam inovação e desenvolvimento local, construindo uma nova geração de políticas centradas na questão e fundadas na cooperação entre governo, iniciativa privada e sociedade.
5- Ambiente colaborativo de produção de software: Os sistemas desenvolvidos ou adquiridos com recursos públicos devem ser, por padrão, de código aberto e seu processo de desenvolvimento realizado num repositório público. Além de permitir colaboração para resolução mais rápida de eventuais falhas, também permitiria à sociedade participar dos rumos e escolhas tecnológicas dos sistemas.
Porém, nenhuma dessas dimensões faz sentido se não considerarmos que uma cidade digital não existe sem cidadania digital. Dessa forma, a compreensão de que uma verdadeira cidade digital se constrói na rede e pelas pessoas exige um processo consistente de mobilização social e inclusão digital que seja elaborado em rede, a partir da inteligência coletiva e das boas soluções locais.
Será isso, e mais nada, o que garantirá real desenvolvimento de comunidades de colaboração para a produção de software, a construção de relevância para a agenda de transparência e dados abertos, e construção de campanhas de webcidadania em torno de questões públicas. 
Fonte: Congresso em Foco.